Edição 06/09/2008 –
CIDAD
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Thais Otoni
Um dos grandes problemas enfrentados pelas
prefeituras é a destinação do esgoto. Até poucos anos atrás era comum
jogar todo o esgoto nos córregos e rios, sem se preocupar com as conseqüências
ao meio ambiente. Hoje, a necessidade de preservação e maior consciência
ecológica fazem com que cada vez mais sejam tomadas medidas que minimizem os
impactos do crescimento urbano à natureza.
No caso de Atibaia, ainda há vários lançamentos
diretos de esgotos domésticos nos córregos e rios, mas após a assinatura do
TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), realizado entre o município e a
Promotoria de Americana (que centraliza todas as ações de esgoto na bacia do
Comitê PCJ), ficou estabelecido, em 2002, que Atibaia estava proibida de
realizar novos lançamentos diretos.
Em conseqüência, a cidade precisou tomar providências.
A primeira medida foi a construção da Estação de Tratamento de Esgoto
(ETE), no bairro Estoril. A obra foi concluída com recursos próprios do SAAE
- Saneamento Ambiental de Atibaia e trata 35% dos efluentes coletados.
O montante tratado na época representava um avanço,
mas ainda era insuficiente, afinal, outros 65% continuavam sendo jogados
diretamente no rio Atibaia. “O compromisso estipulado por aquele TAC e
ratificado em 2006 e 2008 estabelece que o município de Atibaia, em 2008,
deverá saltar para 61% de tratamento do esgoto coletado, com as inaugurações
da 2ª Etapa da ETE Estoril, ETE Nova Atibaia (Cerejeiras) e ETE Jardim das
Palmeiras (Cerejeiras)”, explica Carlos Roberto Belani Gravina, diretor
superintendente do SAAE.
Ainda de acordo com Gravina, há outras duas estações
na cidade, de pequeno/médio porte, de iniciativa privada, mas que são
administradas pelo SAAE. “Essas estações tratam algo em torno de 16 l/s, o
equivalente a 5.000 pessoas, no Hotel Bourbon e no Santuário de Schoenstatt,
porém, a maioria composta de não moradores da cidade”, diz.
“O SAAE está preparando a documentação necessária
para realizar, ainda em 2008, o Plano Municipal de Saneamento, que irá
estabelecer diretrizes, planos e investimentos, não somente para as ações
de efluentes domésticos, mas também para água tratada, resíduos sólidos e
drenagem urbana, conforme estabelece a Lei Federal nº 11.445/07, que trata
das diretrizes nacionais para o Saneamento Básico”, anuncia.
Além das inaugurações deste ano, há, entre os
contratos do Programa Saneamento para Todos, do Ministério das Cidades, um
contrato assinado pelo SAAE para a construção da ETE Caetetuba em 2009, do
porte da ETE Estoril (atual). A conclusão da estação está prevista para
2010, quando a cidade totalizará 80% de esgoto tratado. O rio Atibaia
agradece.
Prêmio
reconhece esforços de Atibaia
na redução da mortalidade infantil
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A gravidez sempre causa expectativa, principalmente,
nos pais. A mãe carrega não só um feto em formação, mas ansiedades, dúvidas
e também, preocupações. Além da curiosidade quanto ao sexo do feto, o
desenvolvimento do bebê durante a gestação é, inclusive, uma das
principais angústias dos pais durante os nove meses da gestação. Preocupação
compartilhada com médicos, enfermeiros e profissionais de saúde pública, em
Atibaia. O médico Aristeu Remígio de Oliveira Neto, da Unidade de Saúde do
Alvinópolis, é um deles. Segundo o profissional, o pré-natal, uma série de
consultas realizada durante os nove meses de gravidez, é fundamental para o
bem-estar tanto da grávida quanto do bebê. “As consultas afastam a
possibilidade de doenças que possam interferir no desenvolvimento do feto.
É importante também a mãe chegar saudável ao parto para que a criança
possa nascer também saudável”, aponta.
As gestantes, em Atibaia, durante o pré-natal,
passam por aproximadamente sete consultas médicas até o parto. Este número,
há cinco anos, por exemplo, era de, em média, apenas quatro visitas ao médico.
Além do aumento do número de consultas, o agendamento e acompanhamento
das gestantes também são preocupações da secretaria de Saúde. A gerente
da Unidade de Saúde do Alvinópolis, enfermeira Silmara da Costa Soares
Pinto, explica que logo que existe a suspeita de gravidez, a paciente já é
encaminhada para a realização de exames que possam atestar a possível gestação.
Tão logo confirmada a gravidez, a
gestante é cadastrada e o acompanhamento já inicia. “A mãe realiza todos
os exames e já é encaminhada ao médico. Nós agendamos as consultas e caso
a gestante não compareça, entramos em contato e procuramos saber o motivo e
agendar um novo horário com o médico”, explica. O
médico Aristeu Remígio de Oliveira Neto complementa: “Estudos
mostram que quanto mais cedo se consegue captar a gestante para o pré-natal,
antecipa-se o risco de de partos
prematuros”, explica.
A gestante Maria Piedade é uma das mães que faz o
pré-natal na rede de saúde de Atibaia. Ela está na quinta gravidez
e, experiente, sabe a importância do acompanhamento do desenvolvimento
do bebê. “Dou um conselho importante: as gestantes jamais devem se
automedicar”, enfatiza.
Leonária Otácilio também faz o pré-natal nos
postos de Saúde de Atibaia. Ela está no sétimo mês, já no final da gestação.
Leonária está bem perto do período que requer bastante atenção dos médicos:
o oitavo mês. Neste momento, os médicos chegam a marcar consultas,
inclusive, a cada dois dias.
Todo este esforço das equipes de saúde de Atibaia
trouxe resultados. O principal deles é a queda do índice de mortalidade
infantil na cidade, que nos últimos cinco anos, caiu aproximadamente 20%, de
acordo com a Fundação Seade. Esta redução foi o principal motivo para que
Atibaia recebesse quinta-feira, 4, no Centro de Convenções Rebouças, em São
Paulo, o Troféu Pró-Vida, da Sanex Public. A iniciativa busca valorizar as
entidades públicas que conquistam avanços em políticas sociais,
principalmente em ações que visam a queda da mortalidade infantil. Os 645 municípios do estado foram analisados, a partir dos números
do Seade. Apenas 164 foram premiados. Atibaia foi reconhecida em virtude da
significativa redução nos índices nos últimos anos.
A secretária de Saúde, Regina Lara, explica que a
redução da mortalidade infantil em Atibaia é resultado de várias práticas
adotadas pela Prefeitura e também pelos hospitais privados. “O índice
reflete as ações dos hospitais públicos e privados”, explica.
Todo esse processo de acompanhamento, conta Regina
Lara, faz parte do Programa Viva Bebê, lançado há quatro anos pela
Prefeitura. O programa estimula, inclusive, o aleitamento materno, por meio de
treinamento e capacitação de enfermeiros. “O Viva Bebê buscou a padronização dos cuidados, como a detecção precoce da
gravidez, o estímulo ao aleitamento materno”, diz.
O Viva Bebê é resultado das análises e
apontamentos do Comitê de
Mortalidade Materno Infantil, composto por um grupo de profissionais que
busca, a partir do prontuários dos hospitais e postos de saúde, entender os
óbitos do bebês . De acordo com Regina Lara, o Comitê não pretende punir
ou buscar culpados, mas sim, identificar possíveis causas das ocorrências e,
a partir delas, encontrar soluções. “É um estudo criterioso e
detalhado”, considera a secretária.
O programa também realizou oficinas com os
profissionais da rede de saúde pública e privada com o objetivo de capacitá-los
e sensibilizá-los quanto a importância de políticas de saúde pública que
visam a redução da taxa de mortalidade infantil.
O Viva Bebê parte das diretrizes formuladas pelo
Ministério da Saúde, no entanto, com um diferencial: a realização de
exames de ultra-som, que não estão previstas pelo Governo Federal.
Após o nascimento do bebê, a assistência à mãe e
à criança continua. Logo após o nascimento do bebê, uma consulta já é
agenda no posto de saúde mais próximo da residência da mãe. “A mãe já
sai do hospital com consulta marcada. Se ela não comparecer, o posto de saúde
entra em contato e busca saber o motivo”, explica Regina Lara.
O combate à mortalidade infantil não se restringe
apenas ao trabalho realizado durante as consultas de pré-natal. A secretária
destaca também a atenção dada à assistência ao parto, ação realizadas
pela equipe da Santa Casa, hospital que faz o maior número de partos na
cidade. Em média, 850 crianças nascem na Santa Casa por ano.
A assistência ao parto é um processo que se inicia
na acolhida da mãe, que de acordo com a secretária de saúde, é o mais
humanizada possível, até o período posterior ao nascimento do bebê.
A verificação da dilatação e da bolsa amniótica também são
quesitos que não passam desapercebidos pelos médicos e enfermeiros da Santa
Casa. Destaca-se a realização, apenas quando necessária, de partos
cesariana, que são procedimentos cirúrgicas e, por isso, demandam cuidados
relacionados ao pós-operatório. Outros aspectos, como por exemplo, a
completa reforma da maternidade do hospital e a aquisição de novos
equipamentos também são fatores determinantes para os resultados obtidos em
Atibaia. Nos últimos anos, os relatos de mães satisfeitas com o atendimento
recebido no hospital aumentou significativamente.
Atibaia reduziu significativamente o índice de óbitos
neo-natais, que acontecem em até 28 dias após o nascimento do bebê e também
a mortalidade tardia, óbitos com crianças de até um ano.
A redução da mortalidade infantil tardia está
relacionada, principalmente, à qualidade de vida, como saneamento básico,
desenvolvimento sócio-econômico. Já a mortalidade neo-natal está
intimamente ligada ao acompanhamento pré-natal, à melhoria da qualidade da
assistência ao parto e aos cuidados com o recém-nascido,
trabalho realizado pelo Viva Bebê.
A taxa de mortalidade infantil é um dos fatores que
compõem o Índice de Desenvolvimento Humano, estudo realizado pelo Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organização das Nações
Unidas (ONU), que avalia, de maneira padronizada em todo o planeta, a
qualidade de vida e bem-estar da população. O índice Firjan (Federação
das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), que aponta Atibaia como a nona
cidade mais desenvolvida do país, também considerou os números da
mortalidade infantil em Atibaia. Por isso, combater a mortalidade infantil
significa melhorar, acima de tudo, a qualidade de vida da população de
Atibaia.
A taxa de mortalidade infantil é a relação entre o
número de óbitos de menores de um ano e o de bebês nascidos vivos em uma
cidade.
Posto
da Junta Comercial
está em nova sala
A Associação Comercial, em parceria com o
Sindilojas (Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo), trouxe neste
ano para Atibaia um posto avançado da Junta Comercial. Agora, o posto está
em uma nova sala, na sede da ACIA, que fica na rua José Pires, 239, centro.
Os interessados têm acesso direto à sala, que fica à direita de quem entra
no prédio da entidade.
Geisa Cristina Fontes da Rocha, assistente
administrativa do posto avançado, mantém o atendimento diário, das 8h às
17h. O telefone para informações é o 4414-1452. Segundo o presidente da
Associação, Edgard Ferreira
Fagundes, a unidade faz "o atendimento de empresários, contadores e
munícipes de nossa cidade e cidades vizinhas".
A equipe da Junta Comercial está à disposição
para consultas e registros de documentos sem burocracia para todo o Estado de
São Paulo. A Jucesp é um órgão subordinado à Secretaria da Fazenda e seu
objetivo consiste, basicamente, no registro público de empresas mercantis e
suas atividades afins.
As principais atividades da Junta Comercial são:
registro de atos de constituição, alteração e encerramento de empresas;
expedição de certidões, fotocópias de documentos, emissão de fichas
cadastrais e atividades referentes aos armazéns gerais, leiloeiros,
tradutores públicos e intérpretes comerciais; e autenticação de registro
de livros mercantis. Podem se registrar na Jucesp o empresário com firma
individual e as sociedades empresárias, limitada, sociedade anônima,
cooperativas, consórcios, grupos e filiais de sociedade estrangeira.
A Junta Comercial é o órgão de registro, a partir
do qual a empresa pode requerer sua inscrição em outros órgãos necessários
ao seu funcionamento, como por exemplo a Receita Federal e a Prefeitura. O
registro na Jucesp é o primeiro passo para o empreendedor iniciar suas
atividades com legalidade nos seus atos empresariais.
Há outros serviços da Junta Comercial que são
importantes para o cidadão: localização de empresas para fins de
aposentadoria e/ou auxilio na busca para valer seus direitos; fornecimento de
informações sobre o endereço, o nome dos sócios e todas as alterações
das empresas registradas na Junta Comercial; fornecimento de informações
sobre o nome e endereço da pessoa que ficou responsável pela documentação
e guarda de livros da empresa que encerrou suas atividades; fornecimento de
informações sobre o nome e o endereço da pessoa que ficou responsável pela
documentação da empresa em caso de falência (síndico).
Atibaia
chegou aos 125.418
habitantes, segundo o IBGE
O IBGE divulgou no final de agosto as estimativas das
populações residentes nos 5.565 municípios brasileiros em 1º de julho de
2008. Esta divulgação é feita anualmente e obedece à Lei complementar nº
59, de 22 de dezembro de 1988, bem como ao artigo 102 da Lei nº 8443, de 16
de julho de 1992. Pelo trabalho, Atibaia chegou a 125.418 habitantes.
As estimativas populacionais, que são fundamentais
para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos
intercensitários, servem também como parâmetro para a distribuição,
destinada pelo Tribunal de Contas da União, das quotas partes relativas ao
Fundo de Participação de Estados e Municípios, de acordo com o dispositivo
constitucional.
Segundo as estimativas de 2008, o Brasil tem
atualmente 189,6 milhões de habitantes em 5.565 municípios, que inclui o
novo município de Nazária (PI). São Paulo é o município mais populoso com
10,9 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro, com 6,1 milhões, e
Salvador com 2,9 milhões. Belo Horizonte, que estava em quarto lugar em 2000
e caiu para sexto em 2008, foi ultrapassado pelo Distrito Federal, que chegou
em 2008 com uma população de 2,5 milhões de habitantes. Já Fortaleza
manteve sua posição no quinto lugar.
Nos 10 municípios mais populosos, capitais de
Estados, São Paulo continua à frente, com 10.434.252 habitantes. Entre os 10
municípios mais populosos, não-capitais, Guarulhos tem 1.072.717 habitantes.
O Estado de São Paulo teve população estimada em 41.011.635 habitantes. Borá
(SP) continua sendo o município com a menor população do País, estimada em
834 habitantes, 39 a mais que em 2000. Do seleto grupo dos cinco (5) municípios
brasileiros com menos de mil habitantes em 2000, somente Borá e Serra da
Saudade (com 889 habitantes) continuam nessa posição em 2008.
O IBGE informa em seu site que aprimorou as
estimativas de população para o ano de 2008. As presentes estimativas são
divulgadas em uma tabela com a população estimada para cada um dos 5.565
municípios brasileiros em 1º de julho de 2008, que também é publicada no
Diário Oficial da União, até 31 de agosto de cada ano. Está previsto,
ainda, que até vinte dias após a publicação das estimativas, os
interessados poderão apresentar reclamações fundamentadas ao IBGE, que
decidirá conclusivamente. Em seguida, até 31 de outubro de cada ano, o IBGE
encaminha as estimativas ao Tribunal de Contas da União.
Os
vândalos voltam a atacar
as obras de arte
O ataque a mais duas obras de arte, noticiado por
este jornal na edição de quarta-feira, mostra uma tendência nociva: o
desrespeito a símbolos e intervenções culturais, além dos já
"tradicionais" equipamentos urbanos, como telefones e bancos. O
vandalismo precisa ser combatido com informação (inclusive à Polícia) e,
principalmente, com educação.
A informação é o que, às vezes, falta para que a
comunidade possa identificar claramente quem faz esse tipo de coisa. Ou seja,
quem entre nós assume esse falso poder de destruir? São pessoas normais
aparentemente? São cidadãos com vida comum? Precisamos conhecer seus agentes
para poder combater o problema.
A educação é necessária para que afastemos, da
cabeça das novas gerações, a facilidade para esse tipo de atitude. Segundo
a enciclopédia virtual Wikipédia, o vandalismo é uma ação motivada pela
hostilidade contra a arte de uma cultura, ou destruição intencional de bens
e propriedades alheios.
O nome deriva do povo vândalo, um dos povos bárbaros
cujas invasões e ataques ao Império Romano provocaram a queda deste. A
primeira referência à palavra vandalismo data provavelmente da Revolução
Francesa. Em 10 de Janeiro de 1794, o bispo de Blois, Henri Grégoire, relatou
aspectos do comportamento do exército republicano, usando o termo. A carga
pejorativa já era associada à palavra vândalo já no século XVII, pelo
menos nas línguas inglesa e francesa.
Diante da destruição, os mais
"compreensivos" ainda se perguntam: não seria uma forma de se
expressar? Por esse ponto de vista, o vandalismo seria um modo que certos
jovens encontraram para manifestarem sua rebeldia e contestação, assim como
muitas gangues picham, quebram objetos públicos e muitas vezes agem com violência.
Destruir obras de arte, que integram o patrimônio
coletivo da cidade, é uma face da violência urbana. Cabe explicação, mas não
justificativa. Sabe-se que, em escolas particulares e públicas de grandes
centros, jovens revoltados agem sem pensar jogando bombas nos pátios por cima
dos muros, sem nem ver quem está do outro lado. Fazem crianças ou
professores como vítimas, com a maior "cara-de-pau". Muitas vezes,
a "razão" estaria no fato de que alunos querem mostrar que são
“bons e valentes” para as meninas. Mas isso não significa que as meninas
não cometam esses atos. Atualmente, também elas entraram na onda do
vandalismo.
Não por acaso, uma das definições encontradas diz
exatamente que "o vandalismo é uma atitude ou um modo de expressão que
tem como objetivo tentar destruir uma determinada cultura e sua arte, bem como
o patrimônio alheio". Pelo que se nota também em Atibaia, com a
intensificação da violência no vandalismo, seus praticantes vêm
aprimorando "métodos". Esses indivíduos demonstram a
"capacidade" de atos de extrema selvageria, como, por exemplo,
queimar pessoas vivas – geralmente aqueles que são excluídos socialmente,
como moradores de ruas e indígenas – ou agredir garotas de programa.
No fundo, o vandalismo é resultado de uma profunda
crise de valores, do comportamento infantil que resulta da impunidade, fruto
da descrença completa em princípios morais básicos como o respeito, a
solidariedade e a aceitação das diferenças. Não devemos ignorar esses
fatos. Devemos ficar alertas e procurarmos soluções.