Edição 06/09/2008 - VARIEDADES
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Pedágios
na Fernão Dias ainda Thais Otoni A OHL, detentora de cinco
concessões de rodovias federais, inclusive a Fernão Dias, já poderia, pelos
contratos de concessão, cobrar pedágio nas estradas que adquiriu no leilão
realizado no final do ano pelo governo federal. A cobrança poderia ter começado
em 15 de agosto, mas ainda não há previsão de entrar em operação. As praças
de pedágio ainda nem foram construídas e, segundo informações de funcionários
que trabalham nas obras, devem ficar prontas em cerca de quatro meses, ou
seja, só no final do ano. Pelo contrato, a espanhola
OHL tinha seis meses para concluir as melhorias iniciais na rodovia, como
tapar buracos, recapear trechos mais danificados, pintar as faixas de sinalização
de solo, cortar o mato dos canteiros, entre outras pequenas obras destinadas a
dar mais qualidade e segurança ao usuário. Depois desse período, que venceu
em 15 de agosto, seria permitido o início da cobrança de pedágio. Quem viaja pela rodovia com
freqüência já percebeu que a construção das praças de pedágio ainda estão
em fase inicial e devem, segundo alguns funcionários da obra, demorar cerca
de quatro meses para terminar. O que para o motorista parece um alívio. Mas não
é. Caso seja constatado que a demora na obra foi de responsabilidade do
governo, que atrasou o processo de aprovação de alguns documentos e a
publicação de decretos, as concessionárias terão o direito de ter as
tarifas revisadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O diretor-geral da ANTT,
Bernardo Figueiredo, informou à imprensa no mês passado que “se os atrasos
ocorrerem por culpa da concessionária em concluir os serviços iniciais,
haverá reequilíbrio tarifário em nome do usuário. Se os atrasos ocorrerem
por culpa do poder público, o concessionário também terá direito a um
reposicionamento. Equilíbrio econômico é fluxo de caixa”. No caso da OHL, mesmo sem as praças de pedágio já estão
disponíveis os serviços de atendimento 24 horas, que incluem socorro médico,
atendimento a veículos com problemas mecânicos, resgate de animais na pista,
inspeção de tráfego constante e telefone 0800 para solicitar atendimento.
Desde o dia 15 de agosto os usuários da Fernão Dias têm à disposição o
telefone 0800 2830 381, para solicitar atendimento, tirar dúvidas sobre a
concessão da rodovia ou fazer reclamações e sugestões para as concessionárias.
No caso da Fernão Dias, são
18 ambulâncias, 15 guinchos, três caminhões de combate a incêndio, três
carros para apreensão de animais, 13 viaturas de inspeção, 42 médicos, 204
enfermeiros, técnicos de enfermagem e resgatistas, além de 132 funcionários
para outros serviços, como resgate e inspeção de tráfego. NOVAS CONCESSÕES As rodovias estaduais também
vão entrar na dança das concessões. Já foram publicados os Editais da 2ª
etapa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo. A ARTESP (Agência
de Transporte do Estado de São Paulo) disponibilizou no último dia 1º
editais para as rodovias Raposo Tavares, Ayrton Senna / Carvalho Pinto,
Marechal Rondon - trecho Leste, Marechal Rondon - trecho Oeste e D. Pedro I. As licitações serão no
dia 29 de outubro e a concorrência será pela menor tarifa de pedágio,
considerando o teto estipulado nos editais (R$ 0,077078 por quilômetro para
trechos de pista simples e R$ 0,107910 para os de pista dupla). A concessão
é por 30 anos. No caso de Atibaia, seremos
diretamente atingidos pela concessão da D. Pedro I, com 297 quilômetros,
outorga total de R$ 1,342 bilhão e investimentos na ordem de R$ 2,41 bilhões.
Segundo a assessoria de
imprensa da ARTESP, as concessionárias também terão que fazer melhorias pra
poder operar os pedágios, todas incluídas no Programa Intensivo de
Investimentos, que compreende melhorias e obras de recuperação de pavimento,
sinalização horizontal e vertical, instalação de equipamentos de monitoração
e serviço de atendimento ao usuário. Associação
faz doações No dia 03 de setembro,
quarta-feira, representantes da Associação Beneficente de Atibaia estiveram
no Gabinete do Prefeito para entregarem uma doação, em dinheiro,
como parte da renda obtida na Quermesse realizada pela Associação nos
dias 7 e 8 de junho, no Pátio do Mercado Municipal, durante as festividades
de aniversário de 343 anos da cidade. O presidente da Associação,
Mamoru Kobayashi, o vice-presidente, Takeshi Ishikawa e o tesoureiro, Tsuyoshi
Kurosawa, passaram os envelopes, diretamente para os representantes das
entidades: Asilo São Vicente de Paulo, Lar Dona Mariquinha do Amaral, ASA,
Casa do Pequeno Trabalhador, APAE, Nosso Lar e para as campanhas da
Coordenadoria Especial de Ação Comunitária. A primeira-dama, Fernanda Trícoli, agradeceu o gesto de
solidariedade, em nome da Prefeitura: “a Associação Beneficente de Atibaia
sempre colabora com nossas campanhas, esta doação é muito bem vinda
e deverá ser utilizada na Campanha Natal Solidário, que já está em
fase de articulação.” Caixa
Econômica e Agência Nacional O prefeito Beto Tricoli
esteve nesta quarta-feira, dia 3, em Brasília para a assinatura do termo de
cooperação entre a Agência Nacional de Águas (ANA), o Ministério do Meio
Ambiente e a Caixa Econômica Federal. O acordo foi assinado pelo
diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado; pelo
ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc; e pela presidente da Caixa Econômica
Federal, Maria Fernanda Coelho. Estiveram presentes o presidente dos Comitês
PCJ, José Roberto Tricoli; o coordenador da Agência de Água PCJ, Francisco
Lahóz; o presidente do Consórcio PCJ, José Roberto Fumach; o secretário-executivo
do Consórcio PCJ, Dalto Fávero Brochi; e o coordenador
administrativo-financeiro da Agência de Água PCJ, Sérgio Razera. Esse termo visa realizar
estudos técnicos e jurídicos para financiar ações de recuperação das
Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul e dos rios Piracicaba, Capivari e
Jundiaí (PCJ). O acordo avaliará as possibilidades de antecipação de
recursos e também a criação de um fundo de investimento, tendo como
garantia os recursos arrecadados com a cobrança pelo uso da água. Com esse acordo, os recursos
serão aplicados na recuperação e conservação das duas bacias, de acordo
com as prioridades definidas pelos comitês. Serão financiados, por exemplo,
projetos de saneamento urbano, despoluição das águas e construção de
redes de coleta e estações de tratamento. A cobrança pelo uso da água
faz parte da Política Nacional de Recursos Hídricos e tem três objetivos
principais: atribuir valor econômico à água, incentivar o seu uso racional
e arrecadar recursos para a recuperação e conservação dos mananciais das
bacias. É importante ressaltar que essa cobrança não é um imposto pago
pelos usuários, mas um valor pactuado entre os usuários, pessoas jurídicas
e produtores que utilizam a água como insumo ou que lancem esgotos e dejetos
nos rios. Rodovia
D. Pedro I está em Está marcado para o dia 29
de outubro o leilão de cinco trechos de rodovias paulistas -Raposo Tavares,
Ayrton Senna/Carvalho Pinto, Marechal Rondon (trecho leste), Marechal Rondon
(trecho oeste) e D. Pedro I. A notícia foi publicada pela Folha de S. Paulo
na edição da última quarta-feira, em texto de Paulo de Araújo. Segundo o jornal, o governo
definiu o preço-teto do pedágio em pouco mais de R$ 0,07 por quilômetro no
caso de trechos de pista simples e em R$ 0,10 por quilômetro no caso de
trechos de pista dupla. Vencerá a licitação a concessionária que oferecer
a menor tarifa. O modelo de concessão, de 30 anos, prevê valor de outorga de
R$ 3,5 bilhões e investimento de R$ 8 bilhões nas rodovias. Para o secretário dos
Transportes do Estado de São Paulo, Mauro Arce, a expectativa é de que a
cobrança dos pedágios começará dentro de seis meses a partir do leilão.
"Mas as empresas só poderão cobrar depois que forem realizados os
investimentos iniciais". No caso da rodovia D. Pedro,
por exemplo, haverá sete praças de pedágio, para uma extensão de 297 km,
uma média de uma a cada 42 km. Segundo Arce, a idéia é que haja uma
distribuição das praças, de forma que a cobrança seja mais justa. "Se
houver uma praça, poucas pessoas vão pagar muito e muitas pessoas não vão
pagar nada. O ideal é: você anda 10 km e paga por 10 km". As empresas que passarem a
administrar as rodovias ficarão encarregadas também da conservação de 130
estradas vicinais. De acordo com o secretário dos Transportes, a maior parte
se encontra em boas condições, já que o próprio Estado realizou obras de
recuperação. Segundo o jornal O Estado de
S. Paulo, a rodovia com maior valor de outorga é justamente a D. Pedro I, com
R$ 1,342 bilhão. Segundo especialistas, o motivo é o elevado fluxo de veículos,
o que também transforma a estrada na mais atraente entre todos os lotes
ofertados. O portal da revista Exame
destacou que o leilão das rodovias estaduais deve gerar um fato inédito: a
queda das tarifas de pedágio. A Fundação Dom Cabral estima uma redução de
10% a 20% nas tarifas dos cinco lotes de estradas que serão licitados. Se a
previsão for confirmada, será a primeira vez, em São Paulo, que a transferência
de rodovias a operadores privados trará, como benefício aos usuários, o
barateamento das tarifas. Começou
a matrícula antecipada n A Secretaria de Estado da
Educação iniciou na semana passada o período de matrícula antecipada para
o ensino fundamental (1ª a 8ª séries). O prazo termina no dia 29 de
setembro. O processo de matrícula, realizado em parceria com os 645 municípios
paulistas, garante desde já vagas em 2009 para alunos que estão fora de
escolas públicas. No ano passado, 318 mil estudantes fizeram matrícula
antecipada para 2008. Os pais ou responsáveis
devem se dirigir a qualquer escola pública estadual ou municipal (ensino
fundamental ou médio) para inscrever seus filhos. Durante o prazo de matrícula antecipada, todas as escolas são
transformadas em postos de cadastramento. Os jovens que já estão na
rede pública têm matrícula automática. Além de facilitar as inscrições,
a matrícula antecipada tem o objetivo de auxiliar a secretaria no
planejamento para atender toda a demanda da rede para o próximo ano letivo. Critérios - A matrícula
antecipada é válida para qualquer criança ou adolescente a partir de seis
anos de idade (completos ou a completar até o fim de 2008), que cursam o
ensino infantil ou que estão fora da rede estadual e municipal. A partir de
15 anos de idade os interessados podem se inscrever na Educação de Jovens e
Adultos (EJA) dirigida ao ensino fundamental. Para que as informações
sejam precisas, é aconselhável a apresentação de certidão de nascimento
ou RG do aluno e comprovante de endereço. De outubro a novembro, serão
organizados os dados de demanda e oferta de vagas, com responsabilidades
compartilhadas entre Estado e municípios, além de efetivada cada matrícula. As relações com os nomes
de todos os alunos de 1ª série serão divulgadas nas escolas públicas a
partir de novembro. Além das listagens, a Secretaria da Educação enviará
correspondência para os inscritos que não fizeram pré-escola na rede pública. Sistema corrige distorção O sistema de informações
da Secretaria da Educação possibilita que, antes do final de cada ano, a
rede de ensino municipal e estadual consiga estimar sua demanda para o ano
seguinte e fazer um planejamento mais adequado ao atendimento. Antes do
surgimento do programa, os alunos se matriculavam em mais de uma escola e, no
início do ano letivo, ao optarem por uma delas não informavam as outras de
sua desistência. Estas mantinham, portanto, o registro de sua matrícula.
Nesses casos, a vaga, além de restringir a oportunidade de acesso a
candidatos naquela escola específica, distorcia o cálculo da demanda real do
ensino público. Secretaria da Educação Mulheres
ocupam mais espaço As mulheres brasileiras têm
conquistado gradativamente seu espaço no mercado de trabalho formal em quatro
setores da economia: comércio, serviços, indústria e construção. Num
estudo comparativo entre os anos de 2002 e 2006, o setor da indústria tem
sido mais representativo nessa conquista. Por outro lado, a participação dos
homens apresenta uma queda contínua em todos os setores, apresentando apenas
um leve crescimento na área da construção. A notícia, assinada por Márcia
Gouthier, foi postada nesta semana no site da Agência Sebrae de Notícias. Essa e outras análises
fazem parte do Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2008,
encomendado pelo Sebrae ao Departamento Intersindical de Estatística e
Estudos Socioeconômicos (Dieese). O estudo é uma compilação de várias
bases de dados que trazem informações do mercado de trabalho no período de
2002 a 2006. Para formulação do
levantamento, foram utilizados informações do Dieese, Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), Relação Anual de Informações Sociais
(Rais), Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), Ministério do
Trabalho e Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED) e Cadastro Geral de
Empregados e Desempregados (Caged). Com base nos dados da Rais
2006, foram utilizadas informações de 6.073.056 micro, pequenas, médias e
grandes empresas formais. Dessas, 2.241.071 declararam ter empregados, sendo
97,5% delas (2.184.934) micro e pequenas empresas (MPE) e 2,5% (56.137) médias
e grandes empresas. No que se refere à mão-de-obra, essas MPE pesquisadas
empregam 13.248.527 pessoas. Já as médias e grandes empresas empregam
12.827.677. Esse dado confirma que as micro e pequenas empresas são responsáveis
pela maior parte dos empregos formais no País. O diretor-técnico do
Dieese, Clemente Ganz Lúcio, explica que nesta segunda edição houve algumas
inovações na metodologia do anuário. A primeira edição compilou dados dos
anos de 2001 a 2005. “O atual estudo traz novas informações, como dados
metropolitanos e do Distrito Federal - baseados na Pesquisa de Emprego e
Desemprego (PED) - a distribuição de empresas e empregados por setores de
atividade e localidade. Também foi feita a atualização e aprimoramento das
bases de dados da Rais”. Sob o aspecto do gênero, o
estudo revela que na microempresa, embora o homem ocupe predominantemente as
vagas de trabalho nos quatro setores da economia pesquisados, com um total de
3.627.548 em 2006, é a mulher que a cada ano vem conquistando novos espaços
no mercado. Na microempresa, entre 2002 e 2006, houve um crescimento de 39,6%,
o que representava 2.074.260 mulheres, para 41,3%, o que corresponde a
2.552.261 mulheres. Embora, o crescimento tenha sido apenas de 1,3 percentual,
ele vem ocorrendo todos os anos. O crescimento mais
significativo na microempresa, em termos setoriais, assim como nos últimos
sete anos - período da última pesquisa - ocorreu na indústria, passando de
31% para 32,9%. Em seguida, veio o comércio que passou, de 41,5%, para 43,1%.
O setor de serviços teve um crescimento de 48,1% para 49,3%. Como nos anos
anteriores, a construção é o único setor em que a mulher apresenta decréscimo
de 0,5%, passando de 8% (22.863.75), em 2002, para 7,5% (23.510.88) em 2006.
No entanto, são essas poucas mulheres presentes nesse setor que recebem os
maiores salários. Em 2006, elas recebiam, em média, 12,5% mais que os
homens. Por outro lado, o homem vem
tendo uma queda contínua de participação em todos os setores. No comércio,
houve uma queda de 58,5%, em 2002, para 56,9%, em 2006. Assim como nos setor
de serviços, 51,9% para 50,7%, e na indústria, de 69% para 67,1%. O setor da
construção foi o único que registrou leve crescimento de 92% para 92,5%.
Também na pequena empresa, o emprego feminino cresceu mais que o masculino,
com participação de 36,1% para 37,4% entre 2002 e 2006. O segmento do comércio
foi o que apresentou maior ampliação da participação feminina, 1,9 ponto
percentual, tendo passado de 36,2% para 38,1%. Crea-SP
vai orientar produtores No próximo dia 10
(quarta-feira), uma equipe da Câmara Especializada de Agronomia do Conselho
Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo
(Crea-SP) ministrará palestra a produtores rurais da região de Atibaia no
auditório do SAAE local (Praça Roberto Gomes Pedrosa, 11), a partir das
20:00 horas. O objetivo do
Conselho paulista é conscientizar esse público sobre a fundamental
necessidade de contratação, em todo empreendimento agropecuário,
agroindustrial e florestal, de
profissionais tecnicamente habilitados, capazes, dentro de suas atribuições
legais, de garantir a produção de alimentos de qualidade sem abrir mão dos
rígidos padrões de preservação do meio ambiente hoje exigidos pelo
mercado. Na semana de 15 a 19 de
setembro, equipes da Fiscalização do Crea-SP visitarão os produtores da
região, para orientá-los acerca do cadastramento “in loco” dos seus
empreendimentos. Nesse período, também serão cadastradas as propriedades
rurais com áreas de cultivo agrícola igual ou superior a um módulo fiscal,
priorizando as atividades de maior escala de módulos fiscais. Por ocasião da
visita do Crea-SP, o produtor rural receberá uma carta do presidente do
Conselho, engenheiro José Tadeu da Silva. O cadastramento
“in loco” será efetivado com o preenchimento de um relatório. Na
impossibilidade momentânea desse preenchimento, o Crea-SP notificará o
produtor para que o faça dentro de dez dias úteis. Quanto aos profissionais
que atuam nesse tipo de empreendimento, eles têm a obrigatoriedade de
registrar seus serviços junto ao Crea-SP por meio da Anotação de
Responsabilidade Técnica (ART), documento único, com efeito legal, no Acervo
Técnico Profissional, além de ser o modo correto de expressar a
responsabilidade na atividade perante a sociedade. Por que se cadastrar O Crea-SP, como os demais
Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, em cumprimento de
suas atribuições determinadas pela Constituição Federal, em seu artigo 225º,
especialmente no Inciso V, visa, em suas atividades de fiscalização, à
proteção da sociedade, proporcionando-lhe segurança à vida, à saúde, à
proteção do meio ambiente e do patrimônio nacional. A produção agropecuária
é constituída por várias atividades, muitas delas complexas e que envolvem
a utilização de recursos naturais, de métodos, de técnicas e insumos que,
se utilizados de forma irregular, trazer problemas à saúde da população,
aos animais e ao meio ambiente. Garantir que os alimentos cheguem à mesa dos
consumidores obedecendo a rígidos padrões de qualidade, segurança, e
confiabilidade, e com preços acessíveis, é, portanto, obrigação de todos
dentro da cadeia produtiva. Para tanto, é preciso
garantir a segurança do meio ambiente, especialmente do solo, da água e do
ar, assegurando que os ecossistemas não sejam degradados em virtude do
processo de produção agropecuária florestal. A água é, hoje em dia, um
elemento escasso e de alto valor, que deve estar livre de contaminação de
qualquer natureza, principalmente as causadas por produtos agroquímicos,
principalmente as águas subterrâneas. O solo, como elemento fundamental para
a produção agropecuária, deve ser protegido contra processos erosivos e de
contaminação, que, além de danificá-lo, causam ainda assoreamento e poluição
dos cursos d'água. Só há uma forma de
garantir essas condições: produzir com eficiência, eficácia e de maneira
auto-sustentável. Quem pode projetar, orientar e acompanhar os processos
produtivos, por possuírem os conhecimentos necessários, são os
profissionais legalmente habilitados, registrados e regulares com o Crea-SP. Mais informações: Engº Alberto Ignácio Gerente Regional - 2ª Região Chefe da UGI da Região de
Jundiaí – CREA-SP Tel.: (11) 4586-9133 Ou Engº Eugenio Azzolini Agente Fiscal Unidade Operacional da
Inspetoria de Atibaia – CREA-SP Tel.:
(11) 44129710 |