Colunistas
Publicado em 21 d Fevereiro d 2011

PARVOVIROSE

por Fabio Oberdan Capuani

A parvovirose é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus (Parvovírus) que normalmente acomete filhotes. Foi identificada na década de 70, onde os filhotes vinham a óbito por problemas cardíacos. Atualmente continua com alto índice de mortalidade, principalmente em filhotes de até 4 meses. Podemos concluir, que quanto mais novo o filhote menor a chance de sobrevivência.
O parvovírus normalmente entra por via oral onde em seguida ocorre uma replicação deste vírus em tecidos linfóides (tonsilas, linfonodos, timo) inclusive na medula óssea. Neste processo de circulação viral o epitélio intestinal também é acometido e por sua vez, o vírus passa a ser eliminado pelas fezes podendo acometer outros filhotes e até a ninhada toda.
Os sinais clínicos desta doença são: redução da ingestão de alimentos até a sua total parada, vômito, diarréia (aquosa ou principalmente sanguinolenta), desidratação, apatia, baixa das células de defesa do organismo possibilitando uma infecção generalizada (septicemia) e chegando ao óbito.
Algumas raças são mais pré-dispostas como, por exemplo, o Rottweiler, Pastor Alemão, Doberman, Pit Bull, entre outras, e consecutivamente com isso a infecção acaba sendo mais grave e com maior possibilidade de óbito.
A melhor forma de prevenirmos esta doença é fazendo a vacinação correta dos pais e dos filhotes, vermifugação, alimentação correta, medidas corretas de higiene com o local onde os animais permanecem, destinação correta dos dejetos, separar os animais por idade, evitar a rua e banhos no processo de imunização.
Outro fato que considero muito importante quando se falhou na prevenção, é a rápida intervenção, portanto, assim que surgirem os primeiros sintomas, procure prontamente um médico veterinário, pois considero inversamente proporcional as chances de cura de um animal com o tempo para intervenção, ou seja, quanto maior o tempo para o atendimento, menos são as chances.
Prevenir é o melhor remédio, portanto, consulte sempre um médico veterinário.


Publicado em 14 d Janeiro d 2011

Férias

por Fabio Oberdan Capuani

O ano novo chegou, e com ele nossa vontade do descanso merecido e de viagens. Bom, precisamos lembrar alguns fatores importantes sobre nossos amigos. A seguir serei breve em pontos que podem estragar nossas festas e/ou passeios.
FESTAS – Nesta época sempre temos muitas comidas diferentes do nosso habitual, e devemos saber que esses alimentos normalmente não são saudáveis para cães e gatos. A microbiota (flora) intestinal deles é diferente da nossa, portanto alimentos diferentes do que eles estão acostumados podem causar problemas como vômito, diarréia, desidratação. Também temos que ficar atentos ao nosso lixo, que pode deixar um cheiro muito convidativo de restos de gordura entre outras guloseimas ao focinho dos nossos amigos.
Muitos animais têm medo de fogos de artifícios, portanto devemos estar próximos deles, pois muitas vezes eles podem entrar em pânico e se machucarem, quebrando ou derrubando objetos que possam machucá-los, ou mesmo passando por portas ou janelas de vidros e causando acidentes gravíssimos. Quero lembrar que os Florais de Bach Originais podem auxiliar neste processo.
VIAGENS – Aqui me recordo agora de dois fatos que podem atrapalhar, sendo um deles de forma imediata e outro de forma tardia.
O primeiro diz respeito à desidratação, onde muitas vezes deixamos nossos animais no interior do carro com uma pequena fresta do vidro aberta enquanto vamos almoçar, fazer comprar ou passear. O interior do veículo pode chegar a altíssimas temperaturas e nossos amigos podem apresentar quadro de insolação, desidratação podendo chagar a óbito. Isso pode ocorrer de forma rápida.
Outro fato de que devemos saber é que animais que viajam para a praia devem ter uma proteção contra uma doença que é bem freqüente nesta região (praia). Chama-se dirofilariose ou parasita do coração. Essa doença é transmitida através da picada de um mosquito. Dependendo do grau de infestação, os parasitas poderão provocar uma redução considerável da função cardíaca, dificuldades respiratórias e uma tosse crônica. Portanto, antes de viajar consulte um médico veterinário para saber como proteger nossos amigos.

DEIXANDO NOSSOS AMIGOS EM CASA – Se for viajar e seu amigo for ficar em casa, procure sempre deixar uma pessoa responsável por cuidar dele. Alguém que alimente, que dê água fresca, que retire e limpe sua urina e fezes, que perceba alterações comportamentais por estarem sós. Evite deixar água e comida à vontade, pois imprevistos podem acontecer. Mantenha com essa pessoa o contato de seu veterinário para qualquer emergência.

Previnir é sempre o mhor remédio


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