Publicado em 27 d Abril d 2018

Conselho do Idoso entregou diploma de Notável ao dr. Walny

O advogado, de 91 anos, foi presidente da OAB local e consultor da Câmara

O presidente do CMI, Augusto Luppi e o dr. Walny de Camargo Gomes

O dr. Walny de Camargo Gomes, ex-presidente da subsecção local da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e ex-consultor jurídico da Câmara de Atibaia, foi homenageado pelo Conselho Municipal do Idoso, em reunião realizada nesta terça-feira, 24 de abril. O conselheiro José Roberto Turrini leu, inicialmente, curriculum resumido do advogado que, aos 91 anos, se mantém ativo e articulado.
Na sequência, o presidente do CMI, Augusto Luppi, entregou ao dr. Walny diploma de Notável de Atibaia, como reconhecimento por sua trajetória profissional e pessoal. O homenageado fez discurso de improviso, em que sintetizou sua carreira, desde o nascimento em São Manoel (SP) em 1927, recitou poesias de cor e agradeceu a homenagem e “a bondade” do Conselho do Idoso.
O dr. Walny, que foi casado com Maria José Bueno de Aguiar Gomes, citou seus pais, José Corrêa Gomes e D. Irene de Camargo Gomes, as cidades em que morou antes de Atibaia (Marília, SP, e Inhumas, GO), professores, colegas e amigos da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), cujo curso concluiu em 1952. Na faculdade da USP, aprendeu latim e a traduzir autores como Cícero, Horácio e Ovídio.
O ex-consultor jurídico da Câmara foi professor da USF de Bragança, em que atuou também como vice-diretor; ministrou palestras em painéis, simpósios e congressos; e participou de diversas atividades de classe, sendo presidente da OAB Atibaia entre 1985 e 1994. O dr. Walny elogiou, em especial, os professores, “de quem recebemos tudo”, mencionando seus mestres Sebastião Soares de Faria, Alexandre Correia e Joaquim Canuto Mendes de Almeida.
Em sua fala, o dr. Walny recitou o poeta Carlos Drummond de Andrade em “Consolo na praia”: “A infância está perdida/A juventude está perdida/Mas a vida não se perdeu/ O primeiro amor passou/O segundo amor passou/O terceiro amor passou/Mas o coração continua”. E, encerrando o discurso, referiu-se ao poema “Velhas árvores”, de Olavo Bilac, que descreve a experiência, o envelhecer com alegria e a bondade: “Não choremos a mocidade, envelheçamos rindo, como as árvores fortes envelhecem”.

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